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Matéria Jornalística /


Publicada em: 20/05/2026 16:55
IPS 2026: Lavras está entre as 70 melhores cidades do Brasil em qualidade de vida, segundo o índice

Acesso a educação superior foi um dos fatores que elevaram o patamar de Lavras no ranking. Foto: Vista parcial de Lavras, a 70ª melhor cidade do Brasil em qualidade de vida

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O Sul de Minas Gerais consolidou sua posição como um dos principais polos de desenvolvimento social do estado. Dados do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgados hoje, quarta-feira, dia 20 de maio, revelam que diversos municípios da região figuram entre os melhores do país, apresentando um desempenho elevado em indicadores sociais e ambientais.

Os números refletem o bom momento de Minas Gerais, que ocupa a 5ª posição nacional em qualidade de vida. O estado registrou uma média de 64,66 pontos, superando a média brasileira, que ficou em 63,40 pontos.

Diferente de outros indicadores tradicionais, o Índice de Progresso Social (IPS) não considera fatores econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB). Ele mede diretamente a qualidade de vida da população com base em 57 indicadores sociais e ambientais, avaliando todos os 5.570 municípios brasileiros.

A pontuação varia de 0 a 100 e é dividida em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas - moradia, saneamento, segurança e alimentação. Fundamentos do Bem-estar - saúde, educação, meio ambiente e acesso à informação. Oportunidades - inclusão social, direitos individuais e acesso ao ensino superior.

O grande destaque do Sul de Minas no ranking geral foi Córrego do Bom Jesus. Com 70,23 pontos, a cidade alcançou a 28ª posição no ranking nacional e conquistou o 2º melhor resultado de todo o estado de Minas Gerais.

Logo em seguida, outros municípios da região também garantiram posições de prestígio no cenário nacional: Itaú de Minas: 69,46 pontos (60º no Brasil). São João da Mata: 69,40 pontos (66º no Brasil). Lavras: 69,32 pontos (69º no Brasil) e Itajubá: 68,79 pontos (106º no Brasil).

As 5 melhores cidades: Córrego do Bom Jesus (70,23), Itaú de Minas (69,46), São João da Mata (69,39), Lavras (69,32) e Itajubá (68,79).
As 5 cidades com menor pontuação: Campestre (58,08), Maria da Fé (58,83), Carvalhos (59,08), Pedralva (59,22) e Delfim Moreira (59,58).

Na dimensão Necessidades Humanas Básicas, que analisa diretamente o acesso a serviços essenciais e infraestrutura, a região obteve excelentes marcas, refletindo os avanços estaduais em saneamento, moradia e segurança. Itaú de Minas lidera a região com 87,25 pontos, sendo o 2º melhor do estado neste quesito.

Destaques Positivos: Itaú de Minas (87,25), São Bento Abade (86,97), São Tomás de Aquino (86,84), Itumirim (86,36) e Ribeirão Vermelho (85,97).

Já as menores pontuações foram para: Aiuruoca (72,72), Gonçalves (72,98), Poço Fundo (73,33), Wenceslau Braz (73,38) e Bocaina de Minas (73,42).

Quando o assunto são os Fundamentos do Bem-estar (saúde, educação e meio ambiente), as cidades de médio porte e com forte apelo turístico ganharam protagonismo. Poços de Caldas lidera o ranking regional nesta categoria.

Destaques Positivos: Poços de Caldas (76,68), Extrema (75,44), Itajubá (75,34), São Lourenço (74,77) e Cambuí (74,68).

Já as menores pontuações ficaram com: Claraval (61,39), Passa Vinte (61,68), Capetinga (62,13), Carmo da Cachoeira (62,14) e Carrancas (62,32).

Apesar dos bons índices de infraestrutura e bem-estar, a dimensão de Oportunidades - que mede a inclusão social, direitos e o acesso ao ensino superior - se mantém como o principal gargalo para a maioria das administrações públicas. De forma geral, os municípios menores registram as maiores dificuldades para oferecer serviços complexos e promover a inclusão.

Ainda assim, São João da Mata conseguiu se sobressair, liderando a região com folga nesse quesito. Destaques positivos foram para São João da Mata (58,81), São Sebastião do Rio Verde (54,97), Córrego do Bom Jesus (54,27), Jesuânia (52,87) e Santana do Jacaré (52,77).

Na contramão quem obteve as menores pontuações foram: Campestre (33,64), Munhoz (34,68), Andradas (35,40), Maria da Fé (35,43) e Carmo de Minas (35,67).

Análise do IPS: Os resultados indicam que, enquanto o Sul de Minas entrega com eficiência os serviços básicos e de bem-estar, o próximo passo para o desenvolvimento regional sustentável exige um olhar atento para a criação de oportunidades e retenção de talentos nas cidades de menor porte.

Na esfera federal, pelo terceiro ano consecutivo, Gavião Peixoto (SP) foi apontada como a melhor cidade para se viver no Brasil. Já Uiramutã, em Roraima, registrou a menor pontuação de qualidade de vida do Brasil pelo terceiro ano consecutivo.

 
 


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