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Matéria Jornalística /


Publicada em: 17/03/2026 18:10 - Atualizada em: 17/03/2026 18:43
Mais informações sobre confronto que resultou na morte do 8º suspeito ligado a caso em Campo Belo - veja fotos

Automóvel que foi usado na fuga na rodovia MG-050, no município de Formiga, na Região Centro-Oeste de Minas

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) detalhou, em nota oficial, as circunstâncias da morte de Gustavo Henrique Gomes da Silva, apontado como integrante da rede criminosa responsável pelo assassinato do sargento Rodrigo Silva Pereira. O confronto ocorreu no final da noite de ontem, segunda-feira, dia 16 de março, no km 186 da rodovia MG-050, em Formiga. Embora informações preliminares indicassem que o fato teria ocorrido na madrugada de hoje, terça-feira, a corporação confirmou que o encerramento da ocorrência foi por volta das 23h de ontem.

A operação foi deflagrada após o serviço de inteligência informar a 7ª Região de Polícia Militar, sediada em Divinópolis, que um indivíduo de Campo Belo suspeito de integra a rede criminosa naquela cidade estaria em deslocamento para Divinópolis, supostamente com o intuito de buscar armamento ou estaria em fuga do cerco em Campo Belo. Unidades do GER (Grupo Especializado em Recobrimento) montaram um cerco na rodovia.

Ao avistar o bloqueio, Gustavo Henrique desobedeceu à ordem de parada, iniciando uma perseguição em alta velocidade. No km 186, ao tentar evadir por uma estrada vicinal, o suspeito perdeu o controle do veículo e colidiu contra um barranco. Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito abandonou o carro e tentou fuga a pé pela vegetação.

Houve troca de tiros direta com os militares, sendo ele alvejado. O homem chegou a ser socorrido e encaminhado a uma unidade de saúde local, mas não resistiu aos ferimentos. Durante a varredura no veículo abandonado, os militares localizaram um arsenal e uma carga significativa de entorpecentes no porta-malas.

Foram apreendidos uma pistola 9mm da marca turca Canik Arms, considerada de alto desempenho, além de dez munições intactas e dez barras de maconha prensada. Nenhum policial ficou ferido durante a ação.

A morte de Gustavo Henrique eleva para oito o número de suspeitos mortos em confrontos com a PM desde o assassinato do sargento Rodrigo Silva Pereira, de 43 anos, ocorrido em 4 de março. O sargento foi vítima de uma emboscada brutal em Campo Belo, presenciada por seu filho, uma criança que sofreu ferimentos leves por estilhaços de vidros do carro.

Desde o crime, a cúpula da PMMG - incluindo o Comandante-Geral, coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, e a comandante da 6ª RPM, coronel Daisy Ferrarezi, e o comandante do 8º Batalhão, tenente-coronel Alexandre Milhomem - estabeleceu como prioridade absoluta o desmantelamento da organização criminosa local. O cerco ao grupo criminoso em Campo Belo e região tem sido implacável.

A resposta foi imediata: dois suspeitos mortos em confronto no dia 5 poucas horas após o crime. No dia 7 de março um homem de 33 anos morre em nova troca de tiros. No dia 9 é registrada a quarta morte de envolvido na rede criminosa. No dia 15 de março (domingo), três homens são baleados e mortos após resistirem à prisão e dispararem contra as guarnições. Ontem, dia 16, a morte de Gustavo Henrique em Formiga, totaliza oito baixas no grupo.

A Polícia Militar reafirma que as operações de "asfixia" contra o crime organizado continuarão até que todos os responsáveis diretos e indiretos pelo ataque ao militar sejam levados à justiça ou neutralizados em caso de resistência armada.

Colaborou na matéria: Kelly Cristina do Diário Campo Belo

 

 
 



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