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Matéria Jornalística /


Publicada em: 05/03/2026 18:11
Operação "de guerra" em Campo Belo e buscas de possível corpo em lagoa, marcam desdobramentos da morte de sargento

A lagoa é muito grande e demanda tempo para vasculhar toda a área. Fotos: Jornal Campo Belo em Foco

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A cidade de Campo Belo, situada na área de atuação do 8º Batalhão de Polícia Militar de Lavras, atravessa um dos momentos mais tensos de sua história recente. O assassinato do sargento Rodrigo da Silva Pereira, ocorrido na noite de ontem, quarta-feira, dia 4 de março, não foi encarado apenas como um crime isolado, mas como uma afronta direta ao Estado. Em resposta, as forças de segurança de Minas Gerais deflagraram uma operação de proporções inéditas, transformando a região no epicentro de uma mobilização policial sem precedentes em toda região.

Desde as primeiras horas desta quinta-feira, 5 de março, a tensão que já tomava conta das ruas urbanas deslocou-se também para a zona rural. Um novo e sombrio desdobramento mobilizou equipes de mergulhadores do Corpo de Bombeiros, que atuam em apoio à Polícia Civil em uma varredura minuciosa em uma lagoa da região.

A missão complexa é localizar o corpo de uma pessoa que estaria submersa no local. Embora o comando das operações mantenha cautela, a principal linha de investigação sugere que este fato possa estar intrinsecamente ligado ao atentado contra o sargento Rodrigo. Até o momento, as autoridades não confirmaram se o suposto corpo seria de um envolvido no crime ou de uma vítima colateral da dinâmica violenta iniciada na noite anterior.

O trabalho dos mergulhadores é exaustivo e até às 17h de hoje, após horas de incursões na água turva e de difícil visibilidade, nenhum corpo foi localizado. Devido ao pôr do sol e aos riscos inerentes à operação subaquática noturna, os trabalhos foram suspensos temporariamente. Caso o objetivo não seja alcançado ainda hoje, a força-tarefa já confirmou o reinício dos trabalhos para as primeiras horas de amanhã, sexta-feira, dia 6 de março.

A Polícia Civil de Minas Gerais optou por manter o sigilo absoluto sobre os detalhes das investigações. Esta estratégia visa proteger as diligências que ainda ocorrem em diversas frentes e evitar a fuga de outros possíveis envolvidos. Até o agora, não foram reveladas: a identidade de eventuais desaparecidos; a conexão exata dos suspeitos mortos em confronto durante a madrugada e, o itinerário de fuga do grupo criminoso.

A morte do sargento Rodrigo da Silva Pereira gerou uma onda de consternação e indignação nas fileiras da Polícia Militar. A ordem vinda do Comando Geral é explícita: tolerância zero e presença ostensiva. O contingente vindo de Lavras e de unidades de elite de Belo Horizonte permanece em Campo Belo por tempo indeterminado.

O objetivo é claro: garantir que cada indivíduo ligado direta ou indiretamente ao crime seja identificado e levado à justiça. Enquanto as buscas na lagoa não se encerram e as investigações avançam nos bastidores, a cidade segue sob forte vigilância, aguardando por respostas que tragam alento à corporação e segurança à sociedade mineira.

 

 
 



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