Vereador líder do prefeito justificou por que vai pedir redução da taxa de esgoto e teve o apoio do prefeito José Cherem. Foto: Jornal de Lavras
.
![]() |
@jornaldelavras |
![]() |
@jornaldelavras |
![]() |
(35) 99925.5481 |
Em junho de 2014, a Câmara Municipal de Lavras abriu uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar supostas irregularidades no sistema de captação de esgotamento sanitário na cidade. Em dezembro do mesmo ano uma liminar expedida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu a cobrança do tratamento de esgoto em Lavras, a medida, que tinha efeito temporário, foi ajuizada pela prefeitura devido aos indícios de irregularidades encontrados no serviço prestado pela concessionária na cidade.
Na época foi estipulada uma multa mensal por descumprimento da liminar de R$ 100 mil, mas a Copasa suspendeu a cobrança e recorreu da decisão e em janeiro do ano passado a Copasa voltou a cobrar o esgoto. Apesar do retorno da cobrança da taxa de esgoto, a CPI na Câmara continuou, porém, 13 dos vereadores da legislatura passada não se reelegeram.
Agora a CPI da Copasa terá um novo relator, é o vereador Marcos Possato, líder do prefeito José Cherem. Possato disse que uma das propostas que será apresentada à Copasa é a da redução da taxa de esgoto para 40% ou 50%, segundo ele, para atender os anseios de toda população lavrense, que está sendo penalizada pelo alto valor da taxa cobrada pela Copasa.