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Matéria Jornalística /


Publicada em: 02/06/2023 17:27 - Atualizada em: 03/06/2023 18:32
Homem foi preso em Perdões depois que divulgou áudios difamatórios contra a PRF
Ele também passava informações através de grupos de WhatsApp sobre blitz que a PRF realizava

O homem era funcionário de uma concessionária que administra a BR-381, ele foi preso em Perdões

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Um homem de 41 anos, funcionário de uma concessionária que administra a BR-381, foi preso na quarta-feira, dia 31, em Perdões, depois que ele divulgou áudio difamando um agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de alertar sobre o local de uma blitz. A informação foi divulgada ontem, quinta-feira, dia primeiro, em comunicado emitido pela assessoria da instituição policial.

Segundo a PRF, o homem, que é administrador da concessionária, enviou um áudio em um grupo de WhatsApp alertando sobre uma fiscalização que tinha como objetivo a abordagem de caminhoneiros na altura do km 690 da rodovia. Segundo a PRF, a gravação continha "palavras difamatórias a respeito de um dos policiais" envolvidos na operação. O teor das difamações não foi divulgado.

Uma averiguação junto à concessionária, chegou-se à autoria do áudio, e os policiais efetuaram a detenção pela prática, em tese, do crime de difamação, informou o comunicado divulgado ontem, acrescentando que o funcionário da concessionária confirmou aos policiais ter enviado a mensagem de alerta em um grupo da região no aplicativo. O celular dele foi apreendido.

A PRF destaca que o homem "encontrava-se em pleno exercício de suas funções laborais no momento em que gravou e divulgou o áudio", sendo que, conforme o artigo 327 do Código Penal, ele pode ser equiparado a funcionário público, "uma vez que trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da administração pública".
Logo, além da prática do crime de difamação, o suspeito poderá responder por atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública, conforme expresso no artigo 265 do Código Penal, que prevê, em caso de condenação, pena de um a cinco anos de reclusão e multa. O funcionário da concessionária foi encaminhado para a Polícia Federal, em Varginha.

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