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Matéria Jornalística /


Publicada em: 26/01/2023 21:26 - Atualizada em: 27/01/2023 11:30
Casa onde ocorreu crime bárbaro em Lavras ainda é problema para moradores do bairro Fonte Verde
A casa onde a mãe degolou a filha de apenas dois anos, foi destruída pelos moradores revoltados e, hoje, as ruínas se tornaram problema

Foto: Jornal de Lavras

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O dia 3 de novembro de 2016 é uma data que os moradores do bairro Fonte Verde fazem questão de apagar de suas memórias. Neste dia os moradores daquele bairro tomaram conhecimento de um crime que, sem dúvida, foi o mais bárbaro acontecido em Lavras, um crime que teve repercussão nacional.

Na tarde daquele dia aconteceu o assassinato da garotinha Lídia Acsa da Silva Borges, de apenas dois anos, que foi degolada pela própria mãe, Sabrina Silva, na época, com 29 anos. Ela confessou ter matado a filha aos delegados Rafael Arruda, da Delegacia de Homicídios e Tráfico de Drogas, e Alexandre Rezende Vieira, da Delegacia de Furtos e Roubos, que estavam de plantão na Depol no dia do crime (clique aqui para acessar a matéria).

Os moradores do bairro Fonte Verde, impossibilitados de fazerem justiça com as próprias mãos, como queriam, resolveram destruir a casa que foi o cenário do crime, eles queriam apagar tudo que pudesse lembrar aquela barbárie. Todos os móveis e utensílios que pertenciam à criminosa foram retirados às pressas pelos familiares e o restante foi destruído pelos moradores revoltados. O muro da frente da casa foi o primeiro a ser derrubado.  (clique aqui para acessar a matéria).

Agora, passados pouco mais de seis anos, o que restou da casa ainda é um pesadelo para os moradores do bairro, principalmente para os moradores da rua Ibrahim da Silva, pois as ruinas da casa foram tomadas pelo mato e pelo lixo, com isso, cobras, escorpiões, aranhas e ratos tem aparecido com frequência na rua.

Os moradores já procuraram a Caixa, que foi a responsável pelo projeto do bairro, e também a Prefeitura, porém, eles alegam que o imóvel tem dono e nada podem fazer. Agora, com o período chuvoso, os animais peçonhentos estão aparecendo com mais frequência e os moradores não sabem mais a quem recorrer.

Eles solicitam que seja feita uma limpeza no local, que tem muitos vasilhames com água empoçada criando mosquitos da dengue de pernilongos, e que o terreno seja fechado com muro para que as ruínas da casa não fiquem visíveis, isso porque, segundo eles, remetem a um passado que eles querem esquecer para sempre.

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