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Matéria Jornalística /


Publicada em: 12/06/2022 17:33 - Atualizada em: 13/06/2022 11:15
Brasil confirmou segundo caso de varíola dos macacos
O paciente tem 29 anos e contraiu a doença na Europa, ele está em isolamento no interior de São Paulo

Hospital Emílio Ribas, onde está internado o homem que foi o primeiro a contrair a doença. Foto: Governo de São Paulo

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O Brasil confirmou ontem, sábado, dia 11, o seu segundo caso de varíola dos macacos, foi em São Paulo. A doença foi identificada em um homem, de 29 anos, que está isolado em sua residência em Vinhedo, no interior do estado. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Estado de São Paulo, o caso é considerado importado, porque o homem tem histórico de viagem à Portugal e Espanha. Ele teve os primeiros sintomas ainda na Europa.

A confirmação de que era mesmo a varíola dos macacos foi de um laboratório espanhol, a divulgação foi feita após seu desembarque no Brasil, que ocorreu na quarta-feira, dia 8.

No dia seguinte, o governo paulista confirmou o primeiro caso no país: um morador da capital paulista que está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

A varíola dos macacos, em inglês, monkeypox, é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias. A doença pode ser transmitida ainda pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente. Não há tratamento específico contra a doença, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessário o cuidado e observação das lesões.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados (íngua), calafrios ou cansaço. Três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais. Neste período deve-se evitar o contato com o doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido utilizado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel, como tem sido feito no caso da Covid.

 

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