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Publicada em: 14/03/2022 14:17 - Atualizada em: 14/03/2022 18:11
Diretores e policiais penais do presídio de Varginha são alvo de operação do Ministério Público
O Ministério Público desencadeou na manhã de hoje, uma operação naquela unidade prisional, onde foi detectado casos suspeitos de corrupção

Portão do presídio estadual de Varginha, que hoje foi aberto para os promotores do Gaeco

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A cidade de Varginha volta a ser destaque na mídia estadual mais uma vez envolvendo pessoas que supostamente fazem parte de esquema de corrupção.

Na semana passada, o destaque foi para a Secretária Municipal de Educação daquela cidade, que foi afastada do cargo depois que a Polícia Federal divulgou uma investigação para apurar se ela estava envolvida num esquema de desvio de dinheiro da Fundação Comunitária Tricordiana de Educação (FCTE), mantenedora da Unincor em Três Corações.

Agora, o escândalo envolve diretores, policiais penais e advogados do presídio daquela cidade, eles são alvos de operação do Ministério Público de Minas Gerais. A ação combate a prática de crimes de corrupção passiva, receptação e embaraço das investigações. Cerca de 20 mandados judiciais foram cumpridos na manhã de hoje, segunda-feira, dia 14.

A operação foi desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e recebeu a denominação de "Penitência". Os integrantes do Gaeco tiveram o apoio da Polícia Civil.

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária contra os investigados.

Segundo o Ministério Público, na data de hoje foi oferecida denúncia contra seis pessoas pela prática de 11 crimes, porém, anteriormente já havia sido oferecida numa primeira denúncia, contra duas pessoas pela prática de 6 crimes.

Segundo as investigações, policiais penais cobravam propinas dos presos para os mais diversos fins, dentre eles transferências ou permanência na unidade local (onde o regime semiaberto é domiciliar), obtenção de trabalho externo ou interno e outros confortos. Ainda de acordo com a denúncia, advogados e particulares seriam intermediários das propinas, conforme explicou o Ministério Público.

A operação teve a participação de cinco Promotores de Justiça, três servidores do Ministério Público, 19 policiais militares, três policiais civis e 15 policiais penais. O Ministério Público informou que as investigações continuam.

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