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Publicada em: 22/02/2022 12:31 - Atualizada em: 22/02/2022 14:53
Presos não receberão visitas e nem terão banhos de sol durante a greve das forças de segurança
A orientação é do Sindicato dos Policiais Penais de Minas Gerais (Sindpen), divulgada através da diretoria de comunicação

Imagem ilustrativa Jornal de Lavras

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Tão logo foi anunciada a greve das forças de segurança de Minas Gerais, o Sindicato dos Policiais Penais de Minas Gerais (Sindpen) manifestou através de seu diretor de comunicação, Magno Soares, que os presídios de Minas Gerais terão, a partir deste próximo final de semana, suspensas as visitas e banhos de sol para os detentos. Novas deliberações devem ser anunciadas no decorrer da semana.

"A Polícia Penal adianta que no próximo fim de semana não terá visitas e banhos de sol para os presos. Vamos resolver quais serão os próximos passos, mas os policiais já estão saindo dos grupos das instituições e não receberão nenhuma informação do seu comando", afirmou o diretor de comunicação do Sindpen, Magno Soares. "Recomendamos a todos policiais penais que continuem em estrita legalidade e não façam nenhum ato que coloque em risco sua vida e a de seus colegas", declarou ainda a nota do Sindpen.

Uma grande manifestação, a maior depois da de 1997, aconteceu ontem em Belo Horizonte e reuniu policiais militares, civis, penais e bombeiros. Os atos ocorreram em frente à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na Praça Sete, e na Praça da Estação. O movimento reuniu milhares de pessoas de todo o estado.

De Lavras, partiram dois ônibus com representantes das quatro instituições, muitos foram de automóveis. Os policiais pedem, ao Governo de Minas, a recomposição salarial referente aos efeitos da inflação desde 2019, ano em que o governador Romeu Zema (Novo) assumiu o Palácio Tiradentes.

O secretário-geral do Governo de Minas, Mateus Simões (Novo), disse que o Estado busca alternativas para garantir o reajuste para os membros da força de segurança. Ele também disse que o ato desta segunda-feira foi "legítimo".

"A gente reconhece que houve uma perda do poder de compra dos servidores como um todo, dos policiais especialmente que não houve recomposição durante o mandato do último governador (Fernando Pimentel). Mas, infelizmente, a questão não é um reconhecimento desse direito. É a falta de condições do Estado, diante das liminares do STF, de conceder esse reajuste agora. Nós estamos atrás de alternativas", diz o secretário.

O Governo de Minas também se manifestou por meio de nota e diz manter diálogo aberto com todas as categorias.

Ainda segundo a nota, mesmo diante a todas as dificuldades financeiras enfrentadas e aprofundadas pela crise sanitária da pandemia, em 2020, foi concedido reajuste de 13% para as forças de segurança.

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