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Publicada em: 18/12/2021 16:33 - Atualizada em: 18/12/2021 19:56
Risco de dengue aumenta com a chegada do verão
O Aedes aegypti se reproduz o ano todo, mas é durante o verão que sua proliferação é ainda maior em razão das constantes chuvas e do calor

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela

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A mudança da estação da primavera para o verão será em 3 dias, o início do verão é 21 de dezembro, ele trará de volta a temporada das chuvas. Por um lado, este é um alívio para a crise hídrica que estamos atravessando, entretanto, ocorre o aumento da incidência da dengue, doença que pode levar à morte.

A dengue, nos últimos meses, ficou esquecida, pouco se falou sobre a doença, pois o foco era a pandemia da Covid-19. Contudo, os dados do Ministério da Saúde mostram que, somente em 2020, mais de 1 milhão de brasileiros foram acometidos pelo vírus da dengue, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, sendo que mais de 500 morreram.

Para prevenir contra a dengue, basta barrar a proliferação do mosquito, que também transmite a zika e a chikungunya: evitar que água limpa fique acumulada em pneus, vasos de planta ou qualquer recipiente que possa empoçá-la, como calhas, latas e outros.

Manter os quintais limpos é uma opção de combate a dengue, por isso, a Vigilância de Arboviroses tem realizados mutirões de combate ao mosquito transmissora da dengue, chikungunya, zika e febre amarela. Ontem, sexta-feira, dia 17, este trabalho foi realizado nos bairros Novo Horizonte e Ouro Branco.

O objetivo é eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Durante a ação, os agentes promovem vistorias nas residências e trabalho de conscientização com os moradores.

Não existe uma estatística, mas o número de focos eliminados com este trabalho é muito grande, isso representa também um número expressivo de pessoas que poderiam ter contraído uma dessas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

A proliferação do mosquito e consequente caso ou até surto da dengue, não é culpa do poder público, a culpa é de quem descarta lixo em locais impróprios, com lotes baldios e até mesmo na rua. Também de quem acumula entulhos nos quintais.

O combate a dengue não depende apenas do poder público, mas de todos nós. Seja consciente com seu lixo: não o descarte em ruas, valas, valetas, margens de córregos e riachos. Assim, o acúmulo de água e a probabilidade de enchentes são evitados. Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas.

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