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Publicada em: 23/10/2020 07:30 - Atualizada em: 23/10/2020 10:37
Homem que matou mulher em Lavras no ano passado vai a júri popular nesta sexta-feira
O réu é Valdo Antônio, que matou com pancadas e facadas Irene Aparecida Borges, funcionária do Unilavras

Irene Aparecida Borges, vítima de feminicídio. Foto: Facebook

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O assassinato de mulheres em contextos marcados pela desigualdade de gênero recebeu uma designação própria: feminicídio. No Brasil, é também um crime hediondo.

No dia 14 de julho do ano passado um homem matou uma mulher no bairro Novo Horizonte, engrossando os dados do Diagnóstico de Violência Doméstica e Familiar na 6ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), que tem sede em Lavras.

Para se ter uma ideia da gravidade da violência contra as mulheres, na 6ª Risp, que abrange Lavras e mais 43 cidades, de acordo com os últimos dados apontados pelo Diagnóstico de Violência Doméstica e Familiar, de 2017, o número de registro tentados e consumados em diversos crimes contra mulheres, que vão desde homicídio até agressões verbais, passando por agressões físicas e outros, no primeiro semestre de 2017 foram 3.233 mil casos registrados; no segundo semestre 3.249 mil casos; totalizando 6.482 casos.

No caso de julho do ano passado, foi mais um caso de agressão extrema registrado em Lavras: um homem matou sua ex-esposa com golpes com um tamborete de madeira, provocando afundamento de crânio e facadas na cabeça e pescoço. A vítima se chamava Irene Aparecida Borges, ela tinha 53 anos, era funcionária do Centro Universitário de Lavras (Unilavras), onde trabalhava com serviços gerais.

O agressor não aceitava o fim do relacionamento, os dois viveram 17 anos juntos e eram constantes as agressões físicas e verbais contra Irene. O agressor, identificado como sendo Valdo Antônio, na época com 64 anos, natural de Ingaí, foi preso em flagrante, es segundo a polícia, ele apresentava sinais de ter ingerido bebidas alcóolicas.

Hoje, dia 23, sexta-feira, passado um ano e três meses, o assassino vai a júri popular às 9h, no fórum "João Pimenta da Veiga", em Lavras. O Unilavras não esqueceu sua funcionária e o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) daquela instituição de ensino estará presente com a família de Irene. Três advogadas do Curso de Direito do Unilavras estão à frente do caso desde o início, são elas: Walkiria Castanheira, Adriane Patrícia e Nayara Marques, elas estarão no júri popular representando a família da vítima. Desta forma o Unilavras presta apoio à família de Irene com o acompanhamento através do NPJ.

 
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