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Novos e dramáticos detalhes surgiram sobre o homicídio ocorrido na região central de Lavras na madrugada desta segunda-feira. O crime, que agora está sendo tratado como um caso de legítima defesa em meio a um cenário de violência doméstica, envolveu dois membros da Polícia Militar de Minas Gerais: pai e filho. O pai foi identificado como Joaquim Ribeiro Pinto Júnior.
De acordo com informações preliminares, a tragédia teve início após o policial militar reformado, chegar à residência sob forte influência de álcool. O homem teria iniciado uma série de agressões físicas contra a esposa.
O filho do casal - que é policial militar da ativa, lotado na Polícia Militar de Meio Ambiente em outra localidade - estava em Lavras e interveio na tentativa de proteger a mãe das agressões.
A situação escalou rapidamente para a tragédia, segundo os relatos colhidos até o momento, o pai, armado, teria efetuado disparos contra o próprio filho.
O jovem militar não foi atingido pelos tiros iniciais, porém, em resposta à agressão e para cessar a ameaça contra sua vida e a de sua mãe, o filho reagiu e efetuou os disparos que atingiram o pai. O militar aposentado não resistiu aos ferimentos e faleceu.
O cenário é de extrema consternação para a corporação e para a comunidade local. Por envolver militares, a ocorrência mobiliza tanto a Polícia Civil quanto os órgãos internos da Polícia Militar para acompanhar os desdobramentos jurídicos do caso.
A principal linha de investigação aponta para legítima defesa própria e de terceiros, uma vez que o filho teria agido para impedir que a mãe continuasse a ser agredida e para se defender após ser alvo de disparos.
A perícia técnica esteve no imóvel para coletar provas que confirmem a dinâmica dos disparos. O Jornal de Lavras mantém o compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e trará novas informações sobre o velório e os desdobramentos judiciais do caso assim que estiverem disponíveis.
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