
Lavras no mapa da inovação corporativa recebendo a VIVO para novas frentes no Agro
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O ecossistema de inovação de Lavras consolidou sua relevância no cenário nacional ao receber, nesta semana, representantes da VIVO. A gigante das telecomunicações visitou o Parque Tecnológico IpêTech e a Universidade Federal de Lavras (Ufla) com um objetivo claro de prospectar parcerias estratégicas e identificar oportunidades de negócios que impulsionem a transformação digital no agronegócio.
O interesse da VIVO recai sobre o sólido capital científico e tecnológico da Ufla, referência histórica no setor agrário. A empresa busca integrar a expertise acadêmica com sua infraestrutura de ponta para desenvolver soluções de Agricultura 4.0. O foco das discussões girou em torno de pilares fundamentais para a produtividade moderna, como a expansão do sinal e estabilidade em áreas rurais.
Sensores e dispositivos para monitoramento em tempo real. Transformação de dados brutos do campo em inteligência de mercado e decisões precisas.
A comitiva da VIVO foi recebida por lideranças fundamentais do ambiente de inovação local, reforçando o compromisso institucional com a cooperação público-privada. Estiveram presentes os professores José Roberto Soares Scolforo, Reitor da Ufla; Antônio Chalfun Júnior, Diretor do Parque Tecnológico; e Marques, Gestor do IpêTech. Representando a VIVO, participaram Cláudio Lima, executivo de produtos de IoT & Big Data, e Débora Teixeira, consultora de produtos para o agronegócio.
A presença de especialistas técnicos sinaliza que as conversas já caminham para a viabilidade de projetos práticos.
Este encontro não é apenas uma visita de cortesia, mas um marco na atuação do IpêTech. Ao atuar como ponte entre o conhecimento acadêmico de excelência e as demandas do mercado corporativo, o Parque Tecnológico cumpre sua missão de estimular o desenvolvimento econômico regional.
A união entre a infraestrutura da VIVO e a pesquisa da Ufla promete acelerar a criação de ferramentas que tornem o agronegócio brasileiro ainda mais competitivo, sustentável e tecnológico.
A aproximação entre grandes corporações e centros de pesquisa é o motor que transforma ciência em solução de prateleira, beneficiando desde o pequeno produtor até os grandes players do mercado.
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