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Na manhã deste domingo, dia 15 de fevereiro, foi descoberta uma ossada humana na estrada que dá acesso a Comunidade do Funil. Os restos mortais foram localizados por uma pessoa que realizava uma caminhada às margens da rodovia que dá acesso à localidade.
O pedestre, ao perceber a presença do material biológico em meio à vegetação, acionou imediatamente as autoridades competentes.
Logo após o chamado, uma guarnição da Polícia Militar deslocou-se até o ponto indicado para realizar o isolamento da área e preservar a cena, garantindo que possíveis evidências não fossem comprometidas. O trabalho de remoção foi acompanhado de perto pela perícia técnica, sendo posteriormente executado pelo serviço funerário da Funerária Carvalho.
Os restos mortais foram encaminhados, inicialmente, ao Instituto Médico Legal (IML) "Virgílio Carvalho". No local, os peritos iniciaram os procedimentos de triagem e catalogação dos ossos encontrados, visando identificar indícios visíveis de violência ou outros traumas que possam nortear as investigações.
Devido à complexidade do caso e à necessidade de equipamentos de alta precisão, a ossada não permanecerá na unidade local. Após os exames preliminares, será transferido para o Setor de Antropologia Forense em Belo Horizonte. Na capital mineira, especialistas realizarão exames laboratoriais aprofundados para determinar a Causa Mortis, investigar se houve perfurações, fraturas ou sinais de intervenção externa.
Também serão feitas a determinação oficial do sexo, idade aproximada e estatura da vítima; coleta de material para a realização de testes de DNA.
A Polícia Civil informou que o cruzamento do perfil genético extraído da ossada com o banco de dados de pessoas desaparecidas é uma etapa crucial da investigação. Esse procedimento é a principal esperança para famílias da região que aguardam notícias de entes queridos sumidos.
"A coleta de material genético é fundamental para que possamos dar uma resposta definitiva à sociedade e às famílias que buscam por desaparecidos", informaram autoridades ligadas ao caso.
Em virtude do rigor científico necessário para as análises de DNA e antropologia, a previsão é que os laudos definitivos e a identificação oficial da vítima sejam concluídos em um prazo médio de 60 dias. Até o momento, não há informações sobre vestimentas ou objetos encontrados junto à ossada que pudessem auxiliar na identificação imediata.
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