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Matéria Jornalística /


Publicada em: 07/02/2026 12:37 - Atualizada em: 07/02/2026 19:40
Menores que agrediram o comerciante Paulinho são transferidos de Lavras para Centro Socioeducativo no Triângulo Mineiro

Centro Socioeducativo de Uberlândia, para onde os dois adolescentes infratores foram levados na manhã deste sábado. Foto arquivo Jornal de Lavras

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O Jornal de Lavras apurou com exclusividade que os dois adolescentes responsáveis por uma sequência de ataques violentos que chocaram a cidade nos últimos dias já não se encontram mais em Lavras. Por determinação da Justiça, os dois foram transferidos na manhã deste sábado, dia 7 de fevereiro, para o Centro Socioeducativo de Uberlândia (Ceseu), localizado no Triângulo Mineiro.

A decisão judicial baseou-se no entendimento de que a permanência dos menores em liberdade representava um risco iminente à ordem pública e à segurança da sociedade, dado o histórico recente de extrema violência.

Os adolescentes são apontados como os autores de dois crimes graves cometidos em um curto intervalo de tempo: a agressão brutal contra o comerciante Paulo Mendonça, de 63 anos, no dia 30 de janeiro, ocorrido no bairro Jardim Glória, que gerou forte comoção devido à idade da vítima e à covardia do ato.

Apenas seis dias depois, no dia 5 de fevereiro, a dupla voltou a agir na região conhecida como "Mina", também no Jardim Glória. Desta vez, um rapaz de 20 anos foi vítima de esfaqueamento.

A transferência deles para Uberlândia - cidade situada a centenas de quilômetros de Lavras -foi necessária devido à inexistência de uma unidade de internação plena na cidade.

Recentemente, o Governo do Estado inaugurou a Casa de Semiliberdade de Lavras, localizada na Travessa Saturnino de Pádua. No entanto, por questões técnicas e de segurança, essa unidade não possui estrutura para custodiar menores com o perfil de periculosidade apresentado pelos dois jovens. Diferente da internação, o regime de semiliberdade permite que o jovem realize atividades externas, o que seria incompatível com a gravidade das infrações cometidas e a necessidade de ressocialização em ambiente controlado.

Com a transferência, os adolescentes permanecem agora à disposição da Justiça em uma unidade de segurança máxima para menores, onde deverão cumprir as medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 
 



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