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Imagem do céu de Lavras no início da noite deste domingo. Nuvens pesadas e trovoadas. Foto: Jornal de Lavras
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A Defesa Civil de Minas Gerais emitiu, na tarde deste domingo, dia 25, um alerta crítico para a cidade de Lavras. De acordo com o comunicado oficial, a região está na rota de fortes temporais, com alta probabilidade de descargas elétricas, ventos impetuosos e chuvas de grande intensidade em curto período de tempo.
O período chuvoso, iniciado em outubro, tem sido implacável com os mineiros. O balanço atual é trágico: três mortes já foram confirmadas em decorrência das tempestades nas cidades de Pouso Alegre, Sabará e São Thomé das Letras.
No Sul de Minas, o cenário nas últimas 24 horas é de calamidade. Desde sábado, cidades do Sul de Minas como Elói Mendes, Itajubá e Pouso Alegre enfrentam sérias inundações, quedas de árvores e destruição de infraestruturas urbanas, deixando rastro de lama e prejuízos para moradores e comerciantes.
O novo alerta reacende o trauma na população lavrense. Em janeiro do ano passado, a cidade foi castigada por dois temporais de proporções históricas que desfiguraram a paisagem urbana. Até hoje, um ano depois, as marcas da destruição ainda são visíveis e servem de lembrete sobre a força das águas.
A queda da ponte de acesso aos bairros Nova Era 1 e 2 ainda é um desafio logístico e uma ferida aberta na infraestrutura local. E na região central, especificamente na rua Capitão Valentim, o solo e a estrutura de casas não resistiram, resultando em duas residências condenadas que permanecem como símbolo do impacto severo das chuvas.
Diante da iminência de novas tempestades, a Defesa Civil e as autoridades de segurança recomendam: Não tente atravessar ruas alagadas, a pé ou em veículos. Durante a tempestade, evite lugares abertos, como campos de futebol ou estacionamentos, e não se abrigue debaixo de árvores. Moradores de áreas de risco devem ficar atentos a sinais de movimentação de terra, como rachaduras em muros, portas emperradas ou árvores inclinadas.
O monitoramento segue em tempo real. Em caso de emergência, a população deve acionar o Corpo de Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199).
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