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Matéria Jornalística /


Publicada em: 24/01/2026 16:30 - Atualizada em: 25/01/2026 08:11
Moradores do bairro Nova Era marcam "aniversário" da queda da ponte com protesto em Lavras - veja vídeo

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Na tarde desta sexta-feira, 24 de janeiro, por volta das 15h, moradores do bairro Nova Era realizaram uma manifestação simbólica para marcar um ano da queda da ponte que dava acesso à comunidade. O Jornal de Lavras esteve presente no local para registrar o protesto.

O ato ocorreu no próprio local onde a estrutura desabou após as fortes chuvas de janeiro de 2025 e reuniu moradores que cobram respeito, atenção e uma solução definitiva para o problema.

Desde o colapso da ponte, o bairro passou a ser acessado por uma passagem improvisada e provisória, aberta pela Prefeitura para evitar que a região ficasse completamente isolada. O acesso ocorre pelo anel viário, utilizando a rua Rita Pereira, que foi prolongada emergencialmente até a terceira alça, em um trajeto que segue sendo utilizado até hoje.

A manifestação não teve caráter de bloqueio, já que o local permanece sem a ponte desde o desastre. O ato teve como objetivo chamar a atenção para o tempo decorrido sem uma obra definitiva, transformando a data em um marco simbólico do que os moradores classificam como descaso e esquecimento.

Moradores relatam que, ao longo desse período, a via alternativa vem apresentando sinais de desgaste e insegurança, além de transtornos diários para quem depende do trajeto para trabalhar, estudar ou acessar serviços essenciais. O sentimento predominante é de frustração diante da falta de prazos claros para a reconstrução da ponte.

O Jornal de Lavras esteve no local e acompanha a situação desde o início. Em fevereiro de 2025, o veículo já havia noticiado que o acesso alternativo começava a se deteriorar, com parte da via comprometida após novas chuvas e o surgimento de problemas estruturais, como erosões e infiltrações.

Passado um ano do desabamento, os moradores reforçam que a mobilização não é um ato isolado, mas um pedido coletivo por respeito, dignidade e providências concretas, para que o bairro deixe de conviver com uma solução provisória que, com o tempo, tornou-se permanente.

 


 


 


 

 
 



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