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Megacarreta que passou por Lavras ainda está na estrada e mais uma vez quebrou. Foto: Redes sociais
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A gigantesca operação de transporte do moinho de 210 toneladas, que cruzou o trevo de Lavras no mês de novembro, transformou-se em uma verdadeira odisseia logística pelo Brasil, com falhas mecânicas e atrasos contínuos.
O equipamento, destinado a uma fábrica de cimento do Grupo Votorantim na cidade de Edalina, em Goiás, está na estrada há quase dois meses e continua a enfrentar problemas.
A viagem foi iniciada em Arujá (SP) no dia 9 de outubro, a megacarreta tem se movido em um "ritmo de procissão" devido ao seu peso e dimensões excepcionais. A operação já sofreu atrasos significativos.
Um dos primeiros grandes problemas ocorreu em Camanducaia, Sul de Minas, onde o veículo ficou parado por 13 dias devido a falhas mecânicas complexas.
Atualmente, a carreta se encontra imobilizada na BR-365, no Alto Paranaíba. O veículo apresentou uma nova falha mecânica no Km 442 da rodovia, resultando na paralisação temporária da via e exigindo uma nova intervenção técnica.
Apesar dos contratempos, a equipe responsável pelo transporte trabalha intensamente para retomar o trajeto. A previsão é que a megacarreta possa voltar a rodar na manhã de hoje, quinta-feira, dia 4 de dezembro, seguindo em direção ao Triângulo Mineiro.
Mesmo com o novo atraso, a previsão de chegada ao destino final, Edalina (Goiás), foi mantida para janeiro de 2026. O episódio marca os enormes desafios logísticos e de engenharia envolvidos no transporte de cargas superdimensionadas pelo território nacional.
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