
O combate ao mosquito Aedes aegypti é fundamental, ele é transmissor da chikungunya, da dengue, zika e febre amarela, doenças que podem matar
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A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) está realizando neste sábado, dia 29 de novembro, o Dia D Minas Unida contra o Aedes aegypti. A ação mobiliza 748 municípios em um esforço conjunto e estratégico para reduzir drasticamente os riscos de epidemias no período sazonal de chuvas e calor.
A iniciativa é parte integrante do Plano Estadual de Contingência e reforça uma estratégia importante de antecipar as medidas preventivas antes que as condições climáticas se tornem ideais para a proliferação do mosquito, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Em todo o estado, a mobilização envolve mutirões de limpeza, vistorias comunitárias, blitze educativas e diversas atividades orientativas. O objetivo central é a eliminação imediata dos focos do Aedes aegypti, que, em sua maioria (cerca de 80%), são encontrados dentro das próprias residências.
Este esforço coletivo é fundamental para consolidar os resultados positivos já alcançados: entre 2023 e 2025, Minas Gerais registrou uma redução de aproximadamente 90% no número de casos de dengue, um feito que a SES/MG busca proteger e aprofundar.
O período sazonal de maior risco para a proliferação do Aedes ocorre tradicionalmente de dezembro a maio, quando a combinação de altas temperaturas e chuvas cria o ambiente perfeito para a reprodução. A mobilização em novembro visa ampliar a proteção da população antes do pico histórico de casos, geralmente registrado entre os meses de fevereiro e abril.
As equipes de saúde e os agentes de combate a endemias reforçam as práticas simples e indispensáveis que devem ser adotadas por todos os cidadãos como tampar caixas d'água e recipientes de armazenamento; limpar calhas e lajes para evitar acúmulo; eliminar objetos inservíveis que possam acumular água (pneus, garrafas, potes); escartar lixo corretamente e manter quintais limpos.
A adesão da população é a chave para o sucesso da campanha, transformando cada residência em uma frente de combate ao mosquito.
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