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Juliano de Castro, maratonista que morreu atropelado ontem na rodovia LMG-868
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A prática de atividades físicas ao ar livre, como ciclismo e corrida, é amplamente reconhecida por seus benefícios à saúde e à qualidade de vida. No entanto, a segurança desses atletas em rodovias e estradas rurais tem sido sistematicamente ignorada, resultando em tragédias recentes que servem como um alerta urgente.
Ontem, terça-feira, dia 25, em São Tomé das Letras (LMG-868), o maratonista Juliano de Castro, de 38 anos, foi atropelado por uma caminhonete na rodovia LMG-868, no km 5, perto da região conhecida como Pontinha, zona rural.
Juliano, era conhecido pelo apelido de "Passarinho", em referência ao seu espírito livre de maratonista e ex-funcionário de navios de cruzeiro, foi socorrido por uma ambulância municipal, mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e deu entrada sem vida no pronto-socorro. Sua morte causou profunda consternação na mística cidade.
O condutor da caminhonete abandonou o veículo no local e fugiu para uma área de mata. A Polícia Militar rapidamente identificou o suspeito e realizou buscas na região, mas ele ainda não foi encontrado.
O corpo de Juliano de Castro foi encaminhado ao IML de Três Corações, sendo velado na Igreja do Rosário e sepultado no Cemitério Municipal de São Tomé das Letras.
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