
Um dos cadernos de prova do Enem 2025
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Uma candidata que realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo, 9 de novembro, nas dependências da Universidade Federal de Lavras (Ufla), relatou uma situação inusitada e perturbadora durante a aplicação da prova. Segundo o relato, o alarme de incêndio do Pavilhão 1 disparou por volta das 15h e permaneceu tocando por mais de uma hora, sem que o som pudesse ser desligado.
A participante Ana Clara Mantovani, que fez a prova no local, afirmou que o barulho foi "contínuo e extremamente alto", tornando o ambiente insuportável para a concentração. De acordo com ela, o sistema de alarme não pôde ser desligado imediatamente porque não havia a chave do local onde estava instalada a sirene, conforme informações repassadas informalmente aos presentes.
"Durante esse período, fomos obrigados a continuar realizando a prova sob o ruído intenso, sem qualquer acréscimo de tempo ao término da avaliação", relatou a candidata.
Ainda segundo o depoimento, um dos candidatos, uma pessoa autista, precisou se retirar da sala devido ao barulho excessivo. Não há informações se ele poderá refazer a prova, mas Ana Clara expressou preocupação de que não haja penalidades diante da situação excepcional.
As fiscais presentes, segundo o relato, demonstraram empatia e tentaram minimizar o problema, chegando a fechar portas e janelas para tentar reduzir o som. "As tentativas não surtiram efeito significativo, e o ruído permaneceu em um nível extremamente desconfortável e perturbador", destacou.
Essa situação foi reafirmada por outras manifestações de participantes nas redes sociais.
A candidata solicita que o caso seja analisado pelos órgãos responsáveis pela aplicação do Enem, para que medidas sejam tomadas para reverter o prejuízo aos participantes atingidos por esta situação.
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