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Imprevisto obriga agora a empresa transportadora a mudar a logística de transporte. Foto da Arteris, quando a carga ainda estava na Fernão Dias
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A saga do transporte do moinho de 210 toneladas pelo Sul de Minas ganhou mais um capítulo de espera. A mega-carga, que circula na região desde que entrou na BR-381, rodovia Fernão Dias, em 9 de outubro com destino a Goiás, deveria ter deixado Perdões neste sábado, dia 8 de novembro, para seguir pela BR-354. No entanto, ela permanece parada em Perdões, no km 679, em um pátio seguro de posto de combustíveis.
De acordo com a Transportadora Cruz de Malta, responsável pela logística da carga, a paralisação não foi um problema técnico, mas uma medida estrita de segurança. A suspensão da viagem foi determinada em função do Alerta Laranja emitido pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia): a previsão de chuva forte, granizo e rajadas de vento de até 100 km/h, causadas por um ciclone extratropical que afetou o Sul e Sudeste, tornava o risco de acidentes inaceitável.
A carreta, com sua largura de 7,30 metros e baixa velocidade, é extremamente vulnerável a ventos fortes e torna a manobra de desvios e escoltas perigosa durante temporais.
A carga de dimensões excepcionais, que exige atenção máxima em rodovias de pista simples como a BR-354, só deve retomar seu percurso na próxima terça-feira, dia 11 de novembro, caso as condições meteorológicas se normalizem.
O moinho, que já sofreu longas paradas para reparos em Camanducaia, continua a testar a paciência da logística e dos motoristas que trafegam na região. A nova rota é sair de Perdões pela BR-354, seguindo até Candeias, antes de rumar definitivamente para o estado de Goiás. Neste domingo, dia 9 de novembro, completa um mês que o comboio está na estrada.
A previsão inicial era de que a carga chegasse em janeiro ao seu destino final, uma fábrica de cimento do Grupo Votorantim, em Edealina (GO), cidade com menos de quatro mil habitantes.
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