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Vista parcial de Lavras, que de janeiro a agosto mantém saldo positivo na geração de empregos. Fonte: Caged
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O Sul de Minas encerrou o mês de agosto com um saldo negativo na geração de empregos formais. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem, segunda-feira, dia 29 de setembro, a região registrou o fechamento de 4.323 postos de trabalho com carteira assinada no período.
Apesar do resultado regional negativo, algumas cidades se destacaram na criação de vagas em agosto, os destaques positivos ficaram com Extrema, com 169 novas vagas. Em seguida vieram Elói Mendes (+73), Alfenas (+72) e Sapucaí-Mirim (+51). Outras quatro cidades registraram um saldo de +44 vagas cada: Paraisópolis, Perdões, Pratápolis e Santa Rita do Sapucaí.
Por outro lado, as cidades que registraram as maiores perdas foram: Juruaia, que fechou 275 vagas; Poços de Caldas (-257), Campestre (-245), Cabo Verde (-233) e Poço Fundo (-220). Também registraram quedas expressivas Boa Esperança (-202) e Muzambinho (-171).
Apesar do recuo em agosto, o saldo de empregos no Sul de Minas no acumulado de 2025 permanece positivo. A região registra a criação de 21.484 novas vagas de trabalho com carteira assinada desde janeiro, mostrando uma tendência de crescimento ao longo do ano.
As cidades que mais criaram vaga de empregos no acumulado de janeiro a agosto foram: Pouso Alegre (+2.508), Extrema (+1.549), Paraisópolis (+1.298), Varginha (+1.037), Passos (+820), Alfenas (+782) e Lavras.
Por outro lado, algumas cidades acumulam perdas desde o início do ano. Poços de Caldas lidera com um saldo negativo de 287 vagas, seguida por Claraval (-98) e Pratápolis (-90).
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