
Imagem ilustrativa. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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Os incêndios que se espalharam por diversas regiões do Brasil neste mês de setembro causaram prejuízos que, muitas vezes, passam despercebidos. Os custos das queimadas vão desde gastos com medicamentos para doenças respiratórias e o aumento no preço dos alimentos até o maior consumo de água e energia para limpar a fuligem.
Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), mais de 11 milhões de pessoas estão sendo diretamente afetadas. Já os prejuízos financeiros, de acordo com a entidade, chegam a R$ 1,1 bilhão. Todo incêndio, seja em pasto, lote ou mata, gera custos que a sociedade, de uma forma ou de outra, acaba pagando. O deslocamento de viaturas de emergência, por exemplo, é custeado com impostos.
Na tarde de hoje, domingo, dia 21 de setembro, Dia da Árvore, criminosos atearam fogo na vegetação que margeia a rodovia Fernão Dias, no km 769, em Campanha. O incêndio parou, literalmente, a principal rodovia que liga o Norte ao Sul do país.
O fogo causou uma fila de seis quilômetros de veículos e fechou o fluxo no sentido São Paulo. As horas perdidas na rodovia e o excesso de combustível queimado, entre outros fatores, geraram um grande prejuízo financeiro que, de alguma forma, vão impactar a todos.
A mensagem é clara: o prejuízo das queimadas além de ambiental, é financeiro, e a conta chega para todos. A melhor forma de combater esses crimes é a denúncia.
Se você é brasileiro e mora no Brasil, muito provavelmente já está pagando a conta para cobrir o prejuízo de forma direta ou indiretamente em decorrência dos incêndios que tomaram conta de sua cidade e de várias regiões do país, especialmente neste mês de setembro.
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