Funcionários da Cemig em Lavras estão parados como em toda Minas Gerais
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Os trabalhadores da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) deflagraram, na segunda-feira, dia 7, uma greve que teve a adesão de todo o estado - inclusive Lavras - é uma greve por tempo indeterminado. O que motivou a paralização foi o Prosaúde Integrado da Cemig, um dos planos de saúde destinados aos colaboradores ativos e assistidos da estatal.
A Cemig aplicou um reajuste de mais de 60% nas mensalidades de seus beneficiários, descumprindo uma decisão judicial que a impedia essa prática.
Na última sexta-feira, dia 31, a Cemig enviou um boleto aos beneficiários, com vencimento no dia 15 deste mês, transferindo a eles sua parte no custo da manutenção do plano, com o valor total de R$ 1.051,73. Apenas os beneficiários protegidos por liminares judiciais teriam a parcela de patrocínio paga pela própria Cemig.
A categoria reivindica que a empresa cumpra de imediato as decisões judiciais e construa uma negociação em que todos consigam manter sua participação no plano da empresa.
Um pensamento unanime dos funcionários da Cemig é de que Romeu Zema (Novo) está trabalhando num processo de desmonte da Cemig para poder vender a empresa que, no dia 22 de maio, completa 73 anos de serviços ao estado.
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