
A fuligem provocada pelas queimadas provoca diversas doenças respiratórias e até câncer de pulmão
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Neste sábado, dia 24, os lavrenses estão presenciando uma linha de fogo que pode ser vista ao longe, com cerca de cinco quilômetros de extensão, que devora a vegetação no sopé da serra da Bocaina.
É triste a visão da destruição da fauna e da flora de Lavras. O local é povoado de lobos guarás, seriemas, codornas e outros pássaros e animais silvestres.
Todos os anos, com o início do período de estiagem, o nível de chuvas diminui, o mato e o solo ficam secos e aumenta a ocorrência de incêndios em áreas de vegetação na mancha urbana em Lavras e seu entorno. Além de causar prejuízos ambientais e para a saúde pública, as queimadas são classificadas como crime ambiental passíveis de multa quando provocadas intencionalmente.
No meio ambiente, dentre os impactos, as queimadas causam degradação do solo e poluição do ar. Na saúde humana, provocam principalmente doenças respiratórias, o que promove o aumento do fluxo de atendimentos em unidades de saúde.
Existem leis municipal, estadual e federal que proíbe as queimadas. Elas protegem não apenas a natureza, mas também assegura qualidade de vida para as pessoas e os animais silvestres e domésticos.
Um pequeno foco de calor pode se tornar uma queimada maior neste período. É necessário que toda a população se mobilize para reduzir a incidência das queimadas em Lavras. Existem as leis e elas devem ser cumpridas.
Denuncie. Sua identidade será preservada. Ligue para a Polícia Militar através do telefone 190 e denuncie quem está provocando estes incêndios em Lavras, tanto na mancha urbana quanto na zona rural. Seja um cidadão consciente, onde há fogo, não há vida.


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